segunda-feira, 26 de abril de 2010

domingo, 25 de abril de 2010

Não houve aumento de fenômenos naturais mas sim da população mundial , ouça mesmo

http://cbn.globoradio.globo.com/comentaristas/andre-trigueiro/ANDRE-TRIGUEIRO.htm

Repasso essa materia emaudio para acabar com faltas de informações e sindrome de panico!

Como Saber qual a Operadora de um numero de Celular

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quarta-feira, 21 de abril de 2010

ONDA GAYCLESIÁSTICA

Para seminarios, conventos, igrejas sejam de homens ou mulheres em geral sós?

Não é pedofilaia apenas, mas uma onda GAYCLESIÁSTICA que ja vem a bom tempo

Apaga essa ideia

Todas essa igrejas independente de credos ha boas e mas pessoas ,
Cuidado!

Estruturas sociais no limite inferior

Limite inferior


Estruturas sociais, constituídas por lei ou consuetudinariamente, que vigoram num determinado Estado ou povo, organizações ou mecanismos sociais que controlam o funcionamento da sociedade e, por conseguinte, dos indivíduos, mostram-se de interesse social, uma vez que refletem experiências quantitativas e qualitativas dos processos socioeconômicos. Mas vivenciamos descaso tamanho que praticamente todas estão quase que em metástase ou necrosadas . São apagões :elétricos, telefônicos, internet, transportes em geral ,saúde, educação segurança e la se vão. O que é feito com os trilhões arrecadados? E as prestações de conta de todas as esferas e poderes? Impunidade por conveniências? Fala serio.- Jose de Mendonça Simões.

Desencarne em etapas e partida

http://www.youtube.com/watch?v=U5PeD8TSt0w

terça-feira, 20 de abril de 2010

Bird vê 'avanços dramáticos' em redução da pobreza no Brasil

Bird vê 'avanços dramáticos' em redução da pobreza no Brasil

Todos nós tambem vemos!!!!


Alessandra Corrêa
Da BBC Brasil em Washington
A taxa de pobreza está caindo desde 2003 no Brasil

Apesar de ainda ter uma das mais altas taxas de desigualdade do mundo, o Brasil conseguiu avanços "dramáticos" em redução da pobreza e distribuição de renda, diz um relatório com indicadores de desenvolvimento divulgado nesta terça-feira pelo Banco Mundial (Bird).
"Enquanto as desigualdades de renda se agravaram na maioria dos países de renda média, o Brasil assistiu a avanços dramáticos tanto em redução da pobreza quanto em distribuição de renda", diz um trecho do documento.
"A desigualdade permanece entre as mais altas do mundo, mas os avanços recentes mostram que nem sempre o desenvolvimento precisa vir acompanhado de desigualdade", diz o texto sobre o Brasil.
Segundo os indicadores do Bird, a taxa de pobreza do Brasil caiu de 41% no início da década de 90 para entre 33% e 34% em 1995. Depois de se manter nesse nível até 2003, a taxa de pobreza apresentou declínio constante, caindo para 25,6% em 2006.
O documento diz que as taxas de pobreza extrema seguiram padrão semelhante, caindo de 14,5% em 2003 para 9,1% em 2006.

"A redução do número de pessoas vivendo na pobreza foi acompanhada por um declínio na desigualdade de renda", diz o relatório.
De acordo com o Bird, fatores como inflação baixa e programas de transferência de renda, como o Bolsa Família, tiveram papel importante nesse desempenho.
Outros indicadores

O relatório também destaca os avanços registrados pelo Brasil em outros indicadores sociais, como a redução da taxa de mortalidade infantil, que passou de 56 para 22 em cada mil no período entre 1990 e 2008, em parte devido a melhores índices de vacinação.

Segundo o documento, o Brasil registrou ainda uma rápida redução nos índices de trabalho infantil e aumentou os níveis de frequência escolar.

O relatório traz dados sobre o cumprimento das Metas do Milênio, estabelecidas pelas Nações Unidas em 2000. Elas preveem melhoras em vários indicadores até 2015.
De acordo com o Bird, dez anos depois do lançamento da iniciativa, o progresso tem sido desigual e somente pouco mais da metade dos países com dados disponíveis está no caminho para atingir as metas.

"Cerca de 41% das pessoas em nações de baixa e média renda vivem em países que não devem atingir as metas. E 12% vivem nos 60 países sobre os quais não há dados suficientes para medir o progresso", diz o relatório.
No entanto, segundo o Bird, houve progressos consideráveis nesses 10 anos e, apesar da crise econômica e financeira, "a meta de reduzir pela metade a proporção de pessoas vivendo na extrema pobreza ainda pode ser alcançada em diversas regiões em desenvolvimento".
Fonte BBC

Ficha limpa agora mesmo e votação em maio aberta

E acompanhe a votação aberta em maio de 2010
http://www.mcce.org.br/

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Simulador da copa mundo 2010

http://copadomundo.uol.com.br/2010/simulador/

Sport Clube Recife campeão Brasileiro pela CBF .FIFA e torcida .1987 e 2008

http://www.youtube.com/watch?v=LoPgicBY_is

Querer fazer estória com mentiras e ate falsificação de atas com propostas de 1/2º titulo é tão ridiculo quanto ter que adimitir para a torcida esse mico.

domingo, 18 de abril de 2010

Térmicas: energia sendo mais cara e poluente é a que o PAC mais destina verba?

JC e-mail 3837, de 28 de Agosto de 2009.

 Sujeira na matriz energética
Emissões de CO2, principal gás-estufa, pelas termelétricas dobram no país
A matriz energética brasileira está mais suja. O principal motivo é o avanço de usinas termelétricas, muito mais poluentes que as hidroelétricas, que são responsáveis por cerca de 85% da geração elétrica do país.

Segundo uma estimativa das emissões de CO2 do setor industrial e energético, divulgada ontem pelo Ministério do Meio Ambiente, as emissões do principal gás causador do efeito estufa gerado pelas térmicas, movidas principalmente a óleo e a carvão, aumentaram 122% entre 1994 e 2007, passando de 10,8 milhões de toneladas de CO2 em 94 para 24,1 milhões de toneladas em 2007.
Com o aumento, o Ministério do Meio Ambiente estima que o setor industrial e energético já responda por 30% das emissões globais do país - a maior parte do restante viria do desmatamento.
Esse incremento já é sentido na evolução da intensidade de emissões no setor de energia como um todo. Se há 15 anos a geração de energia emitia 42 toneladas de CO2 para cada gigawatt/hora, em 2007 a emissão era de 54 toneladas de CO2 por gigawatt/hora. Um aumento de 30%.

Este é um reflexo do aumento do investimento do governo nas termelétricas, aumentando o compartilhamento da matriz energética com as hidroelétricas.

- Nós estamos nos movendo rumo a um perfil semelhante ao dos países desenvolvidos - observou a secretária Nacional de Mudanças Climáticas, Suzana Kahn.
Minc critica as novas rodovias
Ao todo, as emissões da indústria cresceram 77%, e as do setor energético, 49%. Os dados foram levantados a partir de informações do IBGE, da própria indústria e da Empresa de Pesquisa Energética. Os números sobre as emissões relativas a desmatamento, que respondem pela maior parte da contribuição brasileira ao aquecimento global, só serão apresentados no ano que vem.

Mas, segundo o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, o desmatamento, que em 1994 causava cerca de 70% das emissões totais do país, hoje deve estar em torno de 60%. Energia e indústria, que causavam 18% dos gases poluentes que o Brasil emitia, devem ter aumentado sua participação e chegado a quase 30%.

À parte o desmatamento, o setor de transportes é o maior emissor de CO2 em termos absolutos. Em 2007, foram 146,8 milhões de toneladas de CO2, um aumento de 56% em relação a 1994. Minc criticou o fato de os governos terem investido quase que exclusivamente no setor rodoviário em detrimento do ferroviário e do hidroviário, muito mais verdes.
- Enquanto outros países estão indo para ferrovias, nós estamos inflando o modal rodoviário.
Em 2007, carros, ônibus e afins jogaram no ar 50 milhões de toneladas de CO2 a mais do que em 1994, passando de 83,3 milhões para 132,7 milhões de toneladas do gás. O modal rodoviário emite 90% do total de CO2 produzido por todo o setor de transporte, enquanto o ferroviário emite apenas 1%.
As estimativas indicam que está aumentando também o consumo de gasolina e diesel no país. A saída, pregou Minc, é o governo e a sociedade adotarem medidas para estimular o transporte coletivo e investir em hidrovias.
Ele informou que uma das ideias que vêm sendo amadurecidas é aproveitar o licenciamento de hidroelétricas para casá-lo com a construção de hidrovias, uma boa solução para a Região Amazônica, sustentou.
Para Suzana, os números são importantes para ajudar o governo a elaborar políticas públicas. No caso do aumento de termelétricas, a área ambiental do governo vem defendendo que as usinas incorporem o custo ambiental e plantem um número correspondente de árvores para compensar suas emissões.
A medida, que será objeto de uma resolução do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama), causa divergências dentro do governo. O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, é contra. Já a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, defende um prazo maior para que as empresas se adaptem à nova regra. Segundo o Ibama, 82 novas usinas termelétricas aguardam licenciamento ambiental para serem construídas.
(Catarina Alencastro)

Térmicas: energia mais cara e poluente
Com a falta de investimentos em hidrelétricas, o atraso na concessão das licenças ambientais e os baixos níveis dos reservatórios nos últimos anos, o país se viu obrigado a ampliar o uso das térmicas a carvão e óleo combustível, mais poluentes, para assegurar a oferta de energia elétrica.

Enquanto isso, o governo federal tenta levar adiante o projeto de aumentar a oferta pelas hidrelétricas, uma energia mais limpa. Há três grandes projetos de hidrelétricas no país - Jirau e Santo Antônio (ambas em Rondônia), já licitadas e em obras; e Belo Monte (no Pará), que ainda irá a leilão.

A Empresa de Pesquisa Energética (EPE), órgão oficial responsável pelo planejamento energético, avalia, porém, que a partir de 2025 não será possível construir hidrelétricas ambientalmente sustentáveis.
Por isso, a tendência é que as térmicas aumentem sua fatia na matriz energética. O desafio do governo será estimular aquelas movidas a gás, biomassa ou as centrais nucleares, mais limpas que as usinas a carvão e a óleo.
Hoje, as hidrelétricas respondem por 69% da matriz elétrica nacional total, o que faz com que o país tenha um índice de energias renováveis que beira os 80%. As térmicas a gás (10,46%), biomassa (5,03%) óleo (4,83%), carvão (1,28%) e nuclear (1,77%) têm participação menor porque servem para dar segurança ao sistema.
Além de mais poluentes, as térmicas são também mais caras: enquanto o megawatt gerado por uma hidrelétrica custa de US$ 80 a US$ 100, o megawatt gerado por uma térmica varia de US$ 130 a US$ 140, o que afeta diretamente o bolso do consumidor, seja ele o residencial ou o industrial.
(Danielle Nogueira)
(O Globo, 28/8)
Fonte




sexta-feira, 16 de abril de 2010

Bric´s mais divergencias que semelhança, nao dará em nada !

Compartilhar ImprimirOs BRICs, acrônimo criado pelo economista do Goldman Sachs, Jim O´Neill, para designar o grupo de países composto por Brasil, Rússia, Índia e China, são considerados como os expoentes dos países em desenvolvimento. A razão disso está no porte dessas quatro nações.

Com população em torno de 2,8 bilhões de habitantes (45% da população mundial), PIB por volta de 8 trilhões de dólares (13% do PIB mundial) e uma área de 38 milhões de Km² (25% da área do planeta), os BRICs já possuem um peso significativo no quadro econômico mundial. No entanto, conforme projeção de O’Neill, é o ritmo de crescimento econômico desses países que deve ser levado em conta. Tal projeção indica que, em 2050, eles, em bloco, terão PIB superior ao dos Estados Unidos, da União Européia e, inclusive, do G6 (Estados Unidos, Japão, Alemanha, Reino Unido, França e Itália).

Muitos, porém, não acreditam que estes países venham a formar um bloco econômico coeso. As diferenças entre eles são imensas. A China ainda vive sob um sistema político ditatorial e a Rússia, embora permita a disputa eleitoral, está muito longe de ser considerada uma democracia. A Índia, embora democrática, tem grandes problemas de disputa territorial com vizinhos e contínua tensão entre os grupos étnicos que formam sua população. Dos quatro países, podemos dizer que o Brasil é o mais avançado institucionalmente.
Temos um sistema democrático moderno e consolidado, que passou pelo período de transição demográfica, com migração do campo para a zona urbana e estabilização do crescimento demográfico. Além do mais, o Brasil não enfrenta problemas políticos com vizinhos e conta com grande harmonia lingüística, cultural, étnica e religiosa.

No entanto, os quatro países não conseguiram firmar nenhum documento importante, a não ser a própria vontade de realizar reuniões periódicas. A disposição do governo brasileiro de substituir o dólar, moeda utilizada nas transações comerciais entre os membros do BRIC, pelas moedas locais, ainda não encontrou ressonância. Os altos valores das reservas em dólares dos países (cerca de US$ 2,8 trilhões) e a forte dependência das exportações para o mercado americano tornam difícil utilizar outra moeda como referência no sistema de trocas e de reserva de valor.

Embora haja poucas chances de viabilizar o BRIC como bloco econômico no jogo dos interesses mundiais, a simples existência desta possibilidade coloca os quatro países membros como importantes atores no cenário internacional. Isto ficou claro na última reunião do G8, realizada em L’Áquila, na Itália. O encontro, na prática, firmou o fim do G8 e sua possível substituição pelo G14, que reúne, além dos oito países citados, Brasil, China, Índia, México, África do Sul e, possivelmente, o Egito.

Independente do tamanho do futuro bloco substituto do G8, é certo que a governança mundial sofrerá importantes mudanças após o término da atual crise financeira internacional. Além da inclusão dos principais países emergentes, a pauta das decisões deve contemplar as questões do aquecimento global e do redesenho dos principais organismos internacionais, como a ONU (Organização das Nações Unidas), a OMC (Organização Mundial do Comércio) e o FMI (Fundo Monetário Internacional).

Sendo assim, com ou sem a consolidação do BRIC, o Brasil passa ter maior importância nas decisões mundiais. Dono da maior reserva hídrica, da maior área agriculturável e da mais completa biodiversidade do mundo, o Brasil, contando com uma economia diversificada e uma estrutura institucional avançada, tem condições de assumir um papel muito mais ativo no cenário mundial. Porém, isso vai depender da sua disponibilidade no nível de investimento nos próximos anos, além da viabilização de um projeto de inovação focado na área de ciência e tecnologia.

Alcides Domingues Leite Junior - Professor de economia e de mercado financeiro da Trevisan Escola de Negócios.

terça-feira, 13 de abril de 2010

Chegou

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