http://www.youtube.com/watch?v=LoPgicBY_is
Querer fazer estória com mentiras e ate falsificação de atas com propostas de 1/2º titulo é tão ridiculo quanto ter que adimitir para a torcida esse mico.
Nesse blog sempre estarei acompanhando acontecimentos de nossos País e Planeta . http://twitter.com/JMSZEKKA diHITT - Notícias
segunda-feira, 19 de abril de 2010
domingo, 18 de abril de 2010
Térmicas: energia sendo mais cara e poluente é a que o PAC mais destina verba?
JC e-mail 3837, de 28 de Agosto de 2009.
Sujeira na matriz energética
Emissões de CO2, principal gás-estufa, pelas termelétricas dobram no país
A matriz energética brasileira está mais suja. O principal motivo é o avanço de usinas termelétricas, muito mais poluentes que as hidroelétricas, que são responsáveis por cerca de 85% da geração elétrica do país.
Segundo uma estimativa das emissões de CO2 do setor industrial e energético, divulgada ontem pelo Ministério do Meio Ambiente, as emissões do principal gás causador do efeito estufa gerado pelas térmicas, movidas principalmente a óleo e a carvão, aumentaram 122% entre 1994 e 2007, passando de 10,8 milhões de toneladas de CO2 em 94 para 24,1 milhões de toneladas em 2007.
Com o aumento, o Ministério do Meio Ambiente estima que o setor industrial e energético já responda por 30% das emissões globais do país - a maior parte do restante viria do desmatamento.
Esse incremento já é sentido na evolução da intensidade de emissões no setor de energia como um todo. Se há 15 anos a geração de energia emitia 42 toneladas de CO2 para cada gigawatt/hora, em 2007 a emissão era de 54 toneladas de CO2 por gigawatt/hora. Um aumento de 30%.
Este é um reflexo do aumento do investimento do governo nas termelétricas, aumentando o compartilhamento da matriz energética com as hidroelétricas.
- Nós estamos nos movendo rumo a um perfil semelhante ao dos países desenvolvidos - observou a secretária Nacional de Mudanças Climáticas, Suzana Kahn.
Minc critica as novas rodovias
Ao todo, as emissões da indústria cresceram 77%, e as do setor energético, 49%. Os dados foram levantados a partir de informações do IBGE, da própria indústria e da Empresa de Pesquisa Energética. Os números sobre as emissões relativas a desmatamento, que respondem pela maior parte da contribuição brasileira ao aquecimento global, só serão apresentados no ano que vem.
Mas, segundo o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, o desmatamento, que em 1994 causava cerca de 70% das emissões totais do país, hoje deve estar em torno de 60%. Energia e indústria, que causavam 18% dos gases poluentes que o Brasil emitia, devem ter aumentado sua participação e chegado a quase 30%.
À parte o desmatamento, o setor de transportes é o maior emissor de CO2 em termos absolutos. Em 2007, foram 146,8 milhões de toneladas de CO2, um aumento de 56% em relação a 1994. Minc criticou o fato de os governos terem investido quase que exclusivamente no setor rodoviário em detrimento do ferroviário e do hidroviário, muito mais verdes.
- Enquanto outros países estão indo para ferrovias, nós estamos inflando o modal rodoviário.
Em 2007, carros, ônibus e afins jogaram no ar 50 milhões de toneladas de CO2 a mais do que em 1994, passando de 83,3 milhões para 132,7 milhões de toneladas do gás. O modal rodoviário emite 90% do total de CO2 produzido por todo o setor de transporte, enquanto o ferroviário emite apenas 1%.
As estimativas indicam que está aumentando também o consumo de gasolina e diesel no país. A saída, pregou Minc, é o governo e a sociedade adotarem medidas para estimular o transporte coletivo e investir em hidrovias.
Ele informou que uma das ideias que vêm sendo amadurecidas é aproveitar o licenciamento de hidroelétricas para casá-lo com a construção de hidrovias, uma boa solução para a Região Amazônica, sustentou.
Para Suzana, os números são importantes para ajudar o governo a elaborar políticas públicas. No caso do aumento de termelétricas, a área ambiental do governo vem defendendo que as usinas incorporem o custo ambiental e plantem um número correspondente de árvores para compensar suas emissões.
A medida, que será objeto de uma resolução do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama), causa divergências dentro do governo. O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, é contra. Já a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, defende um prazo maior para que as empresas se adaptem à nova regra. Segundo o Ibama, 82 novas usinas termelétricas aguardam licenciamento ambiental para serem construídas.
(Catarina Alencastro)
Térmicas: energia mais cara e poluente
Com a falta de investimentos em hidrelétricas, o atraso na concessão das licenças ambientais e os baixos níveis dos reservatórios nos últimos anos, o país se viu obrigado a ampliar o uso das térmicas a carvão e óleo combustível, mais poluentes, para assegurar a oferta de energia elétrica.
Enquanto isso, o governo federal tenta levar adiante o projeto de aumentar a oferta pelas hidrelétricas, uma energia mais limpa. Há três grandes projetos de hidrelétricas no país - Jirau e Santo Antônio (ambas em Rondônia), já licitadas e em obras; e Belo Monte (no Pará), que ainda irá a leilão.
A Empresa de Pesquisa Energética (EPE), órgão oficial responsável pelo planejamento energético, avalia, porém, que a partir de 2025 não será possível construir hidrelétricas ambientalmente sustentáveis.
Por isso, a tendência é que as térmicas aumentem sua fatia na matriz energética. O desafio do governo será estimular aquelas movidas a gás, biomassa ou as centrais nucleares, mais limpas que as usinas a carvão e a óleo.
Hoje, as hidrelétricas respondem por 69% da matriz elétrica nacional total, o que faz com que o país tenha um índice de energias renováveis que beira os 80%. As térmicas a gás (10,46%), biomassa (5,03%) óleo (4,83%), carvão (1,28%) e nuclear (1,77%) têm participação menor porque servem para dar segurança ao sistema.
Além de mais poluentes, as térmicas são também mais caras: enquanto o megawatt gerado por uma hidrelétrica custa de US$ 80 a US$ 100, o megawatt gerado por uma térmica varia de US$ 130 a US$ 140, o que afeta diretamente o bolso do consumidor, seja ele o residencial ou o industrial.
(Danielle Nogueira)
(O Globo, 28/8)
Fonte
sábado, 17 de abril de 2010
sexta-feira, 16 de abril de 2010
Bric´s mais divergencias que semelhança, nao dará em nada !
Compartilhar ImprimirOs BRICs, acrônimo criado pelo economista do Goldman Sachs, Jim O´Neill, para designar o grupo de países composto por Brasil, Rússia, Índia e China, são considerados como os expoentes dos países em desenvolvimento. A razão disso está no porte dessas quatro nações.
Com população em torno de 2,8 bilhões de habitantes (45% da população mundial), PIB por volta de 8 trilhões de dólares (13% do PIB mundial) e uma área de 38 milhões de Km² (25% da área do planeta), os BRICs já possuem um peso significativo no quadro econômico mundial. No entanto, conforme projeção de O’Neill, é o ritmo de crescimento econômico desses países que deve ser levado em conta. Tal projeção indica que, em 2050, eles, em bloco, terão PIB superior ao dos Estados Unidos, da União Européia e, inclusive, do G6 (Estados Unidos, Japão, Alemanha, Reino Unido, França e Itália).
Muitos, porém, não acreditam que estes países venham a formar um bloco econômico coeso. As diferenças entre eles são imensas. A China ainda vive sob um sistema político ditatorial e a Rússia, embora permita a disputa eleitoral, está muito longe de ser considerada uma democracia. A Índia, embora democrática, tem grandes problemas de disputa territorial com vizinhos e contínua tensão entre os grupos étnicos que formam sua população. Dos quatro países, podemos dizer que o Brasil é o mais avançado institucionalmente.
Temos um sistema democrático moderno e consolidado, que passou pelo período de transição demográfica, com migração do campo para a zona urbana e estabilização do crescimento demográfico. Além do mais, o Brasil não enfrenta problemas políticos com vizinhos e conta com grande harmonia lingüística, cultural, étnica e religiosa.
No entanto, os quatro países não conseguiram firmar nenhum documento importante, a não ser a própria vontade de realizar reuniões periódicas. A disposição do governo brasileiro de substituir o dólar, moeda utilizada nas transações comerciais entre os membros do BRIC, pelas moedas locais, ainda não encontrou ressonância. Os altos valores das reservas em dólares dos países (cerca de US$ 2,8 trilhões) e a forte dependência das exportações para o mercado americano tornam difícil utilizar outra moeda como referência no sistema de trocas e de reserva de valor.
Embora haja poucas chances de viabilizar o BRIC como bloco econômico no jogo dos interesses mundiais, a simples existência desta possibilidade coloca os quatro países membros como importantes atores no cenário internacional. Isto ficou claro na última reunião do G8, realizada em L’Áquila, na Itália. O encontro, na prática, firmou o fim do G8 e sua possível substituição pelo G14, que reúne, além dos oito países citados, Brasil, China, Índia, México, África do Sul e, possivelmente, o Egito.
Independente do tamanho do futuro bloco substituto do G8, é certo que a governança mundial sofrerá importantes mudanças após o término da atual crise financeira internacional. Além da inclusão dos principais países emergentes, a pauta das decisões deve contemplar as questões do aquecimento global e do redesenho dos principais organismos internacionais, como a ONU (Organização das Nações Unidas), a OMC (Organização Mundial do Comércio) e o FMI (Fundo Monetário Internacional).
Sendo assim, com ou sem a consolidação do BRIC, o Brasil passa ter maior importância nas decisões mundiais. Dono da maior reserva hídrica, da maior área agriculturável e da mais completa biodiversidade do mundo, o Brasil, contando com uma economia diversificada e uma estrutura institucional avançada, tem condições de assumir um papel muito mais ativo no cenário mundial. Porém, isso vai depender da sua disponibilidade no nível de investimento nos próximos anos, além da viabilização de um projeto de inovação focado na área de ciência e tecnologia.
Alcides Domingues Leite Junior - Professor de economia e de mercado financeiro da Trevisan Escola de Negócios.
terça-feira, 13 de abril de 2010
Operadoras em telefonia enrolam e roubam usuarios!
TIM Enrolação
TIM com uma lista incomensurável de reclamações no PROCON e a cada dia vai ficando pior o atendimento. Comunicar a ANATEL também que não elucida coisa alguma . Reflete que deva ser procedimento normal destas empresas lesarem os clientes e virar as costas para eles depois sem resolver nenhum dos problemas causados. Já fui por cinco vezes a loja TIM Shopping Recife para desbloquear o Aparelho conforme noticiado. Cada dia desculpas excludentes tais como sistemas das: operadora, fabricante, loja, fora do ar etc. Um absurdo uma cidade do porte de Recife com um pseudo-posto ? As demais ( oi, claro, vivo, vesper ui etc não ficam atrás e a quem recorrer? Porque não impedi-las de colocarem no SPC Serasa ate quando zerarem as pendências! Vamos fazer e falar serio!Jose de M Simões –
Abraços: Jose de Mendonça Simões. Recife PE-
segunda-feira, 12 de abril de 2010
domingo, 11 de abril de 2010
Quantas coisas ocorrem ate agora no mundo!
Considerando que somos atualmente 6,5 bilhões, se a taxa de mortalidade em um dia for de 0,1%, teríamos um total de 6,5 milhões de mortos.
Aquífero descoberto no Norte seria maior que Guarani
Pesquisadores da Universidade Federal do Pará (UFPA) divulgarão oficialmente na semana que vem a descoberta do que afirmam ser o maior aquífero do mundo. A imensa reserva subterrânea sob os Estados do Pará, Amazonas e Amapá tem o nome provisório de Aquífero Alter do Chão - em referência à cidade de mesmo nome, centro turístico perto de Santarém.
"Temos estudos pontuais e vários dados coletados ao longo de mais de 30 anos que nos permitem dizer que se trata da maior reserva de água doce subterrânea do planeta. É maior em espessura que o Aquífero Guarani, considerado pela comunidade científica o maior do mundo", assegura Milton Matta, geólogo da UFPA. A capacidade do aquífero não foi estabelecida. Os dados preliminares indicam que ele possui uma área de 437,5 mil quilômetros quadrados e espessura média de 545 metros. "É menor em extensão, mas maior em espessura do que o Guarani."
Matta cita a porosidade da rocha em que a água está depositada como um dos indícios do potencial do reservatório. "A rocha é muito porosa, o que indica grande capacidade de reserva de água. Além do mais, a permeabilidade - a conexão entre os poros da rocha - também é grande."
Segundo ele, apesar de as dimensões da reserva não terem sido mapeadas, sai do aquífero a água que abastece 100% de Santarém e quase toda Manaus. "A vazão dos poços perfurados na região do aquífero é outro indício de que sua reserva é muito grande", afirma Matta.
Para o geólogo Ricardo Hirata, do Instituto de Geociências da Universidade de São Paulo, a comparação com o Guarani é interessante como referência, mas complicada. "O Guarani é um aquífero extremamente importante para o Brasil e para a América Latina, mas não é o maior do mundo. Há pelo menos um aquífero, na Austrália, que é maior que o Guarani", contesta
Para Hirata, também se deve levar em conta a localização das reservas ao se comparar as duas. "Pela alta demanda e pela baixa disponibilidade de água que temos nas Regiões Sudeste e Sul, podemos dizer que o Guarani é estrategicamente muito mais importante do que um aquífero no Norte, mesmo que imenso."
Matta afirma categoricamente que o Aquífero Alter do Chão pode abastecer toda a população do mundo por centenas de anos. Afirma também que o acesso à água da reserva nortista é fácil. "Aqui, o sujeito encontra água a uma profundidade de 300, 350 metros. Para chegar até a reserva do Guarani, às vezes é preciso cavar mais de mil metros.""
O próximo passo do pesquisador é conseguir financiamento para um estudo sistemático da reserva subterrânea. Matta já concluiu um projeto para pedir recursos ao Banco Mundial.
sábado, 10 de abril de 2010
sexta-feira, 9 de abril de 2010
quinta-feira, 8 de abril de 2010
quarta-feira, 7 de abril de 2010
País que não se cumpre, fiscaliza, educa e da exemplo vale investir!
A Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar estabeleceu a propriedade do país a até 200 milhas da costa, mas a plataforma continental brasileira, em alguns locais, chega a 350 milhas marítimas. A área total deste gigantesco patrimônio nacional alcança algo próximo de 4,5 milhões de km², elevando a superfície do Brasil a cerca de 13 milhões de km².Noventa por cento da economia mundial depende da zona costeira. No Brasil, essa cifra é superior a 95%, e mais de 70% da população do país vive na faixa situada a até 200 km do litoral. Estes números mostram, de forma absoluta, a grandeza patrimonial do Brasil Azul. Embora nossa costa apresente problemas ambientais, causados pela ocupação desordenada e pela poluição, há ainda muita natureza preservada, e algumas das mais belas paisagens do planeta para desfrutar. Magníficas formações de corais, enormes manguezais cheios de vida, costões impressionantes e uma infinidades de praias maravilhosas, se sucedem, ao longo dos mais de oito mil quilômetros, daquela que é a mais extensa costa tropical da terra, num único país. Há 45 anos atrás já era proibido em encostas e 31 em alagados mas só no papel!Agir antes e não esperar que as tragédias aconteçam para tomar providências. Poucas autoridades seguem esse preceito, simples e fundamental, no Rio de Janeiro e país afora. Aqui, mais de 70 mortos e centenas de desabrigados foram o preço da negligência que trouxe o luto na entrada do Ano Novo. Há leis federais, estaduais e municipais de sobra para impedir ocupações irregulares e construções em áreas de risco, mas elas de nada adiantam se a fiscalização é frouxa, inexistente ou obedece a interesses políticos de ocasião. O exercício da autoridade não pode estar sujeito à politização das relações administrativas, e é exatamente isso o que descobrimos depois de cada desgraça previsível. O Código Florestal, de 1965, limita construções em encostas. Além dele, uma lei federal de 1979 proíbe construções em terrenos alagados ou sujeitos a inundações, em áreas de preservação ecológica e de risco e ainda em terrenos íngremes. E há ainda leis estaduais e municipais. Toda cidade com mais de 20 mil habitantes tem que ter um plano diretor para ordenar seu crescimento. A fiscalização da ocupação irregular do solo é responsabilidade primordial do município, e, na questão ambiental, cabe também às autoridades federais, estaduais e municipais. Sem nos esquecermos, é claro, de ações de prevenção dos efeitos das enchentes e políticas de habitação popular. A charmosa pousada onde se hospedavam turistas que morreram estava irregular, assim como casas mais humildes que vieram abaixo em Angra. E também as moradias precárias na Zona Norte e na Baixada Fluminense. Justificativas, caras compungidas, nada disso alivia a dor das famílias. Nem as responsabilidades do poder público que agora começa a movimentar-se. Portanto isso em todo o país mais de 70 % da população faz seu bioma no litoral Nada mais os menos que cerca de 130 milhões de habitantes
Mais detalhes http://pt.wikipedia.org/wiki/Demografia_do_Brasil
terça-feira, 6 de abril de 2010
Suzana Vieira, vexame na Paixão de Cristo e longe de grandes atrizes
Atriz global decadente Suzana Vieira, vem ao nordeste participar da Paixăo de Cristo em Nova Jerusalém (PE) e literalmente esculhamba com o Agreste, chamando de "Selva" e ao comentar a lesăo no seu olho coloca a culpa numa árvore, que está seca há "5 mil anos".
"Moro na Barra e năo estou acostumada com isso" ... ao afirmar que no "Sertăo" ela está isolada. "Aqui a ligaçăo com mundo externo aqui é só na fumaça e no tambor..."
Isso é ótimo para ver como o Brasil é carente de senso crítico e refém da famigerada Rede Globo.
Escutem a atrevista e tirem suas conclusőes.
Essas coisas são ótimas para fazermos comparações e aferirmos o nível de seres contemporâneos etc,
Atrizes e escritoras tal:
Fernanda Montenegro, Lilia Cabral, Laura Cardoso, Gloria Perez ,Cristiane Torloni ..., Gloria Menezes .e umas centenas jamais diriam certas palavras tal esse tipo
E escolheram logo para fazer o papel da mãe de Jesus????
Devia haver um atestado de sanidade e disturbio corportamental!
Nem madalena merecia !
http://www.youtube.com/watch?v=ifPdeD1oUi0
"Moro na Barra e năo estou acostumada com isso" ... ao afirmar que no "Sertăo" ela está isolada. "Aqui a ligaçăo com mundo externo aqui é só na fumaça e no tambor..."
Isso é ótimo para ver como o Brasil é carente de senso crítico e refém da famigerada Rede Globo.
Escutem a atrevista e tirem suas conclusőes.
Essas coisas são ótimas para fazermos comparações e aferirmos o nível de seres contemporâneos etc,
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E escolheram logo para fazer o papel da mãe de Jesus????
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