domingo, 11 de abril de 2010

Quantas coisas ocorrem ate agora no mundo!



Considerando que somos atualmente 6,5 bilhões, se a taxa de mortalidade em um dia for de 0,1%, teríamos um total de 6,5  milhões de mortos.

Susana Vieira explica o que houve no olho

http://www.redetv.com.br/portal/Video.aspx?8,10,97783,Entretenimento,TV-Fama,Susana-Vieira-explica-acidente-no-olho

Aquífero descoberto no Norte seria maior que Guarani

Pesquisadores da Universidade Federal do Pará (UFPA) divulgarão oficialmente na semana que vem a descoberta do que afirmam ser o maior aquífero do mundo. A imensa reserva subterrânea sob os Estados do Pará, Amazonas e Amapá tem o nome provisório de Aquífero Alter do Chão - em referência à cidade de mesmo nome, centro turístico perto de Santarém.

"Temos estudos pontuais e vários dados coletados ao longo de mais de 30 anos que nos permitem dizer que se trata da maior reserva de água doce subterrânea do planeta. É maior em espessura que o Aquífero Guarani, considerado pela comunidade científica o maior do mundo", assegura Milton Matta, geólogo da UFPA. A capacidade do aquífero não foi estabelecida. Os dados preliminares indicam que ele possui uma área de 437,5 mil quilômetros quadrados e espessura média de 545 metros. "É menor em extensão, mas maior em espessura do que o Guarani."

Matta cita a porosidade da rocha em que a água está depositada como um dos indícios do potencial do reservatório. "A rocha é muito porosa, o que indica grande capacidade de reserva de água. Além do mais, a permeabilidade - a conexão entre os poros da rocha - também é grande."



Segundo ele, apesar de as dimensões da reserva não terem sido mapeadas, sai do aquífero a água que abastece 100% de Santarém e quase toda Manaus. "A vazão dos poços perfurados na região do aquífero é outro indício de que sua reserva é muito grande", afirma Matta.

Para o geólogo Ricardo Hirata, do Instituto de Geociências da Universidade de São Paulo, a comparação com o Guarani é interessante como referência, mas complicada. "O Guarani é um aquífero extremamente importante para o Brasil e para a América Latina, mas não é o maior do mundo. Há pelo menos um aquífero, na Austrália, que é maior que o Guarani", contesta

Para Hirata, também se deve levar em conta a localização das reservas ao se comparar as duas. "Pela alta demanda e pela baixa disponibilidade de água que temos nas Regiões Sudeste e Sul, podemos dizer que o Guarani é estrategicamente muito mais importante do que um aquífero no Norte, mesmo que imenso."

Matta afirma categoricamente que o Aquífero Alter do Chão pode abastecer toda a população do mundo por centenas de anos. Afirma também que o acesso à água da reserva nortista é fácil. "Aqui, o sujeito encontra água a uma profundidade de 300, 350 metros. Para chegar até a reserva do Guarani, às vezes é preciso cavar mais de mil metros.""
O próximo passo do pesquisador é conseguir financiamento para um estudo sistemático da reserva subterrânea. Matta já concluiu um projeto para pedir recursos ao Banco Mundial.

Não esqueça essa viagem no museu da corrupção Brasil

http://www.dcomercio.com.br/muco/

quarta-feira, 7 de abril de 2010

País que não se cumpre, fiscaliza, educa e da exemplo vale investir!


A Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar estabeleceu a propriedade do país a até 200 milhas da costa, mas a plataforma continental brasileira, em alguns locais, chega a 350 milhas marítimas. A área total deste gigantesco patrimônio nacional alcança algo próximo de 4,5 milhões de km², elevando a superfície do Brasil a cerca de 13 milhões de km².Noventa por cento da economia mundial depende da zona costeira. No Brasil, essa cifra é superior a 95%, e mais de 70% da população do país vive na faixa situada a até 200 km do litoral. Estes números mostram, de forma absoluta, a grandeza patrimonial do Brasil Azul. Embora nossa costa apresente problemas ambientais, causados pela ocupação desordenada e pela poluição, há ainda muita natureza preservada, e algumas das mais belas paisagens do planeta para desfrutar. Magníficas formações de corais, enormes manguezais cheios de vida, costões impressionantes e uma infinidades de praias maravilhosas, se sucedem, ao longo dos mais de oito mil quilômetros, daquela que é a mais extensa costa tropical da terra, num único país. Há 45 anos atrás já era proibido em encostas e 31 em alagados mas só no papel!Agir antes e não esperar que as tragédias aconteçam para tomar providências. Poucas autoridades seguem esse preceito, simples e fundamental, no Rio de Janeiro e país afora. Aqui, mais de 70 mortos e centenas de desabrigados foram o preço da negligência que trouxe o luto na entrada do Ano Novo. Há leis federais, estaduais e municipais de sobra para impedir ocupações irregulares e construções em áreas de risco, mas elas de nada adiantam se a fiscalização é frouxa, inexistente ou obedece a interesses políticos de ocasião. O exercício da autoridade não pode estar sujeito à politização das relações administrativas, e é exatamente isso o que descobrimos depois de cada desgraça previsível. O Código Florestal, de 1965, limita construções em encostas. Além dele, uma lei federal de 1979 proíbe construções em terrenos alagados ou sujeitos a inundações, em áreas de preservação ecológica e de risco e ainda em terrenos íngremes. E há ainda leis estaduais e municipais. Toda cidade com mais de 20 mil habitantes tem que ter um plano diretor para ordenar seu crescimento. A fiscalização da ocupação irregular do solo é responsabilidade primordial do município, e, na questão ambiental, cabe também às autoridades federais, estaduais e municipais. Sem nos esquecermos, é claro, de ações de prevenção dos efeitos das enchentes e políticas de habitação popular. A charmosa pousada onde se hospedavam turistas que morreram estava irregular, assim como casas mais humildes que vieram abaixo em Angra. E também as moradias precárias na Zona Norte e na Baixada Fluminense. Justificativas, caras compungidas, nada disso alivia a dor das famílias. Nem as responsabilidades do poder público que agora começa a movimentar-se. Portanto isso em todo o país mais de 70 % da população faz seu bioma no litoral Nada mais os menos que cerca de 130 milhões de habitantes

`Censurar blogs que descaramento

http://lucassantos.posterous.com/censura-descarada-divulgue-ou-vocE-tambEm-ser

Falta pouco tempo para reduzir a corrupção- vamos ao ficha limpa - tutorial

http://www.avaaz.org/po/vote_ficha_limpa/?vl

terça-feira, 6 de abril de 2010

Suzana Vieira, vexame na Paixão de Cristo e longe de grandes atrizes

Atriz global decadente Suzana Vieira, vem ao nordeste participar da Paixăo de Cristo em Nova Jerusalém (PE) e literalmente esculhamba com o Agreste, chamando de "Selva" e ao comentar a lesăo no seu olho coloca a culpa numa árvore, que está seca há "5 mil anos".
"Moro na Barra e năo estou acostumada com isso" ... ao afirmar que no "Sertăo" ela está isolada. "Aqui a ligaçăo com mundo externo aqui é só na fumaça e no tambor..."
Isso é ótimo para ver como o Brasil é carente de senso crítico e refém da famigerada Rede Globo.

Escutem a atrevista e tirem suas conclusőes.
Essas coisas são ótimas para fazermos comparações e aferirmos o nível de seres contemporâneos etc,


Atrizes e escritoras tal:
Fernanda Montenegro, Lilia Cabral, Laura Cardoso, Gloria Perez ,Cristiane Torloni ..., Gloria Menezes .e umas centenas jamais diriam certas palavras tal esse tipo

E escolheram logo para fazer o papel da mãe de Jesus????

Devia haver um atestado de sanidade e disturbio corportamental!

Nem madalena merecia !

http://www.youtube.com/watch?v=ifPdeD1oUi0

segunda-feira, 5 de abril de 2010

Dirran é um craque no futebol

Há três anos atrás, quando o Clube Atlético Potengi ainda jogava no Machadão contra o Potyguar de Currais Novos, na 1ª divisão do Campeonato Estadual, um jogador atleticano se destacava fazendo dribles desconcertantes, lançamentos perfeitos e fazendo gol.
O narrador da Rádio Poti não cansava de gritar: “Dirran é um craque”, “Dirran é uma revelação do futebol norte-riograndense”. E era Dirran prá cá, Dirran pra acolá. No final do jogo, o Clube Atlético Potengi perdeu por 3 x 1, mas o destaque daquele jogo foi o jogador Dirran.
Vendo aquele sucesso todo do jogador atleticano, um jovem foca da Rádio Poti foi fazer uma entrevista com o craque na beira do gramado e foi logo perguntando: “Você tem parentes na França? Esse seu nome é de descendência francesa?”. O jogador, vendo a inocência do jovem repórter, respondeu: “Não meu filho, meu apelido é Cú de Rã, mas não pode falar no rádio. Então, eles abreviam”. "A vida é uma sucessão de sucessos e insucessos, que se sucedem sucessivamente sem cessar "
http://jmszeka.blogspot.com/
Abraços: Jose de Mendonça Simões. Recife PE-
Ouvi na radio - resenha .kkkkk



sábado, 3 de abril de 2010

Robinho nega visita a deficientes por nao querer mesmo,

Pisada santástica!
As crianças excepcionais de Santos foram vítimas de uma demonstração excepcional de egoísmo, falta de generosidade e de solidariedade dos excepcionais jovens jogadores do Santos, liderados por Robinho.

Num ato desumano e como pessimo exemplo nega-se a visitar deficientes.
Basta dar poder ou fama para vermos o carater de certas pustulas humanas!

http://blogdojuca.uol.com.br/2010/04/pisada-santastica/comment-page-14/#comment-41620

Ladrões trocam para centros menores e levam insegurança e medo aos moradores


Ladrões trocam para centros menores e levam insegurança e medo aos moradores

- O aumento da criminalidade, aliado à falta de policiais e a quase nenhuma infra-estrutura nas pequenas delegacias tem transformado o dia-a-dia de municípios que até a década de 90 acompanhavam a violência apenas pelos noticiários da tevê ou nos jornais. O cotidiano de pacatas localidades, que dispõem de algum poderem econômico, deu lugar a crimes típicos dos grandes centros urbanos, como assaltos a mão armada, seqüestro-relâmpago, assassinatos e estupros. Mercados, casas lotéricas , residências de maior poder aquisitivo etc. É a chamada migração.criminosa. Quadrilhas inteiras se deslocam das maiores cidades, em decorrência do forte cerco policial empregado nestas regiões, em busca de dinheiro, jóias ou simplesmente para espalhar terror nas pequenas comunidades, que muitas vezes contam somente com um policial civil, responsável por todo o trabalho da delegacia, uma dúzia de PM's e viaturas em péssimo estado, sem contar com armas defasadas em relação aos bandidos. A desvantagem é flagrante, admitem os policiais. único policial que atua na delegacia, restou ouvir as vítimas e colocar o inquérito na fila de espera. De janeiro à primeira quinzena de maio foram registrados perto de 50 procedimentos. "É humanamente impossível", afirma o comissário. "Isso aqui tem mais trabalho do que muitas comarcas do Estado", emendou. "Tem que haver um comprometimento da comunidade".Enquanto a batalha quase desumana entre bandidos e os poucos policiais continua em cidades de menor porte, a população vive à beira do perigo. A falta de interatividade e o desdém da própria população é principal responsável.

terça-feira, 30 de março de 2010

A origem da palavra “larápio”

A origem da palavra “larápio” é um dos maiores motivos de quebra-pau entre os estudiosos da etimologia. Vale a pena perder algum tempo com o assunto: ainda que a palavra – que, como se sabe, quer dizer ladrão, gatuno – não tivesse triste atualidade, a controvérsia que provocou e ainda provoca seria o bastante para lhe garantir um interesse didático. Especialmente num momento em que certa “etimologia de almanaque”, que privilegia sempre as teses engraçadinhas sem consideração por sua consistência histórica, faz tanto sucesso editorial.



O respeitado etimologista brasileiro Antenor Nascentes foi buscar num livro popular chamado “Frases e curiosidades latinas”, de Arthur Rezende, a seguinte explicação para “larápio”: “Houve em Roma um pretor que dava sentenças favoráveis a quem melhor pagava. Chamava-se ele Lucius Antonius Rufus Appius. Sua rubrica era L.A.R. Appius. Daí chamar-lhe o povo larappius, nome que ficou sinônimo de gatuno”. Hmmm, será? O próprio Nascentes não parece pôr a mão no fogo: encerra o verbete com o famoso dito italiano: “Se non è vero…”. Mas o fato de ter dado abrigo à tese em seu prestigioso “Dicionário Etimológico da Língua Portuguesa” lhe valeu cascudos de colegas como o português José Pedro Machado e o compatriota Silveira Bueno, que anotou: “A imaginação, em ciência, nem sempre ajuda”.

E o que propõem os críticos de Nascentes no lugar da tese do pretor corrupto? Nada, esse é o problema. “Origem obscura”, diz-se nessas horas. O que pode ser – e é – um jeito mais rigoroso e sério de abordar o problema, mas certamente ajuda a entender o sucesso que fazem historinhas imaginosas como a de “larápio”, passadas de geração em geração. Entre a fria indeterminação e a mentira que consola, a humanidade nunca teve um segundo de dúvida.

Fonte Internet

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